terça-feira, 10 de abril de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
24 de março - Família Paulina celebra Madre Escolástica
O nome, Discípulas do Divino Mestre, encerra uma identidade e uma missão. E não foi por acaso que Orsola Rivata, a primeira entre as jovens que Pe. Alberione convidou para formar a comunidade das Discípulas, recebeu o nome de Escolástica. Este nome que também quer dizer discípula encerra o programa de vida desta nossa irmã, que se tornou a primeira madre geral da Congregação.
Às vezes, temos que passar pela experiência da cruz para chegarmos ao verdadeiro conhecimento do que significa ser discípula. Foi assim com Jesus e com seus discípulos e discípulas, foi assim com os mártires e os santos e santas da humanidade, e assim aconteceu com nossa Madre Escolástica. Situações históricas nos inícios da Congregação levaram-na a experimentar em sua vida a total escuridão, marginalizada em sua própria casa (a comunidade que ela havia ajudado a dar vida).
E no entanto, permanecendo firme na fé, e aceitando a provação como parte do desígnio de Deus sobre si, ela se tornou discípula de Jesus que superou o fracasso humano da cruz com um amor que vence a morte. Neste caminho de identificação com ele, com seu coração sempre voltado para o Amado e aberto ao mundo, ela se tornou testemunha do evangelho.
sábado, 3 de março de 2012
Santos da Família Paulina
Irmão Andrea Borello
(1916-1948)
Nasceu no dia 8 de março de 1916, em Mango, Cuneo, Itália.
Faleceu em 4 de setembro de 1948. Declarado venerável no dia 3 de março de 1990.
O Venerável Irmão Andrea Borello é modelo para todos aqueles que consagram sua vida ao apostolado das comunicações sociais como leigos consagrados. Na Família Paulina, são os discípulos.
Nas Constituições da Pia Sociedade são Paulo, art. 6, há uma identificação dos discípulos: “A Pia Sociedade de São Paulo é constituída por duas classes de membros, clérigos e leigos, os quais, distintos por instituição divina, mas associados na unidade da mesma Sociedade, devem tender ao mesmo fim, segundo a sua própria vocação, aptidões e condição. Os leigos têm o nome de discípulos”.
Assim o bem-aventurado Alberione os apresentava:
"Eis os Discípulos!
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Padre Alberione: traços de uma vida e um carisma (22)
Dúvidas: "tormento espiritual"
Diante dos perigos e considerando a sua saúde, sempre delicada, Pe. Alberione se perguntava se realmente não seria “uma grave imprudência: reunir pessoas para uma missão, com forte perigo de abandoná-las na metade do caminho” (ADds 112). À pergunta: “Mera ilusão por tudo isto?” (ADds 113), havia sempre tido respostas de paz seja na oração, seja em algumas experiências inexplicáveis, seja, enfim, através da palavra do Diretor Espiritual que o ajudaram a superar todas as incertezas (cf. ADds 112).
"Sonho"
No momento decisivo de entrar na nova casa, esse “tormento espiritual” recebe uma confirmação extraordinária num “sonho”, que convence Pe. Alberione de que a Casa é obra de Deus. “A este sonho que deveria ter acontecido em 1923, e talvez nos primeiros meses desse ano, quando a sua saúde estava para sofrer a crise mais grave da sua vida, o Fundador atribuiu sempre grande importância, no sentido de que as palavras que dizia ter ouvido dos lábios do Salvador se tornaram para ele uma certeza e um programa de vida” (L. Rolfo, Don Alberione, Appunti per uma biografia, Edizioni San Paolo, 19983, p. 187).
No momento decisivo de entrar na nova casa, esse “tormento espiritual” recebe uma confirmação extraordinária num “sonho”, que convence Pe. Alberione de que a Casa é obra de Deus. “A este sonho que deveria ter acontecido em 1923, e talvez nos primeiros meses desse ano, quando a sua saúde estava para sofrer a crise mais grave da sua vida, o Fundador atribuiu sempre grande importância, no sentido de que as palavras que dizia ter ouvido dos lábios do Salvador se tornaram para ele uma certeza e um programa de vida” (L. Rolfo, Don Alberione, Appunti per uma biografia, Edizioni San Paolo, 19983, p. 187).
Naquela sala (o escritório que o P. M. tinha na casa S. Paulo nos primeiros anos em que foi construída), num daqueles dias em que não trabalho: o divino Mestre passeava e tinha perto dele alguns de vós e disse: ‘Não temais, eu estou convosco;
daqui eu quero iluminar;
somente, conservai-vos na
humildade...
e, parece-me,
humildade...
e, parece-me,
vivei em contínua conversão...’ ”.
Segundo Irmã Caterina Antonietta Martini, fsp, esta que ela chama “graça de confirmação” deveria ser situada no grave “momento de sofrimento”, que Pe. Alberione transcorreu em Benevello, onde tinha sido acolhido, desde julho até o início de setembro; ou, talvez, dever-se-ia pensar numa data anterior ao congresso eucarístico de Gênova, celebrado em setembro de 1923.
Testemunhos
Testemunhos
Temos alguns testemunhos que orientariam a uma data anterior esse “sonho”: são as declarações de Pe. Paolino Gilli e do Prof. Dr. Edoardo Borra, o qual conheceu pessoalmente Pe. Alberione desde os primeiros tempos da Casa. Pe. Gilli escreve: “Os pedreiros continuavam os trabalhos
para a conclusão da construção e adaptavam os locais segundo as exigências e as disposições do Teólogo. Não devemos deixar de dizer duas palavras sobre o lugar do Patrono da Casa, a Capela. Foi situada no terceiro andar, contando o andar térreo e o primeiro andar; no início da construção estava sobre o escritório do Primeiro Mestre. Não tinha nada de especial, bastante espaçosa e cômoda para as pessoas que ali viviam, bem iluminada por três janelas. Um simples altar de madeira em cima de um estrado, um pequeno quadro de São Paulo, do Sagrado Coração e de Nossa Senhora. Sempre limpa. Foi nessa Capela que, entrando uma manhã, vimos ao lado do Tabernáculo as duas escritas, com letras douradas sobre fundo negro:
para a conclusão da construção e adaptavam os locais segundo as exigências e as disposições do Teólogo. Não devemos deixar de dizer duas palavras sobre o lugar do Patrono da Casa, a Capela. Foi situada no terceiro andar, contando o andar térreo e o primeiro andar; no início da construção estava sobre o escritório do Primeiro Mestre. Não tinha nada de especial, bastante espaçosa e cômoda para as pessoas que ali viviam, bem iluminada por três janelas. Um simples altar de madeira em cima de um estrado, um pequeno quadro de São Paulo, do Sagrado Coração e de Nossa Senhora. Sempre limpa. Foi nessa Capela que, entrando uma manhã, vimos ao lado do Tabernáculo as duas escritas, com letras douradas sobre fundo negro:
Não temais. Eu estou convosco – Daqui Eu quero iluminar;
e, algum tempo depois, sobre o suporte do Tabernáculo:
Vivei em contínua conversão.
Pensamentos que o Teólogo, durante muitos dias, na meditação, nos explicou”.
Por sua parte, o Dr. Edoardo Borra, conhecido médico albense, deixou um testemunho de valor inestimável, durante o Curso de formação espiritual paulina, em Alba: “Pe. Alberione - afirma - recebeu-me numa pequena sala, que era o seu escritório e também onde dormia, porque tinha ali um divã de ferro... sobre o qual ele dormia. Nesta pequena sala onde me recebeu, havia também uma mesa e um pequeno armário. [...] Uma coisa muito importante: o encontro com a Capela. Era uma pequena sala. Havia o altar, com uma bela toalha branca e o tabernáculo, um pequeno tabernáculo, modesto, e uma velinha acesa. Só alguns genuflexórios, porque, em geral, se ajoelhava sobre o pavimento. Em todo caso, coloquei-me ali e vi uma coisa extraordinária que ficou gravada na minha mente. Sobre o altar, diante do tabernáculo, havia dois pedaços de cartolina, dobrados. Num estava escrito: ‘Não temer’; no outro, ‘Eu estou sempre convosco’. Esta frase, este princípio de Pe. Alberione, que estava escrito de modo muito simples, à mão, sobre um pedaço de cartolina, é aquele que, parece-me, agora está esculpido, em latim, ao lado do altar maior do Templo de São Paulo: Nolite timere, Ego semper vobiscum sum. Ora, todas as vezes que venho ao Templo de São Paulo não posso deixar de fixar aqueles dizeres porque me lembro justamente daqueles dois cartões, que se tornaram duas lápides magníficas, escritas em ouro etc., mas que têm o mesmo significado de então”.
Fonte: DFin 97,98
Fonte: DFin 97,98
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Padre Alberione: traços de uma vida e um carisma (21)
Imprensa elevada a missão e apostolado
Alberione queria a todo custo manter alta a imagem da nova
vocação como uma missão:
“A imprensa é considerada, pela
maior parte, um ofício: na Escola Tipográfica se quer elevá-la
à dignidade que merece: uma missão, um apostolado”.
Alberione queria a todo custo manter alta a imagem da nova
vocação como uma missão:
“A imprensa é considerada, pela
maior parte, um ofício: na Escola Tipográfica se quer elevá-la
à dignidade que merece: uma missão, um apostolado”.
Um sagrado sacerdócio
Com maior precisão, é declarada como uma expressão sacerdotal:“E sobretudo se conserva e se nutre aquele espírito que é a principal riqueza, o único capital, o melhor dom da Providência para esta Casa, isto é, ‘considerar a imprensa como apostolado, como um sacro sacerdócio’, com uma preparação intelectual e moral que se necessita para um apostolado, para um sacerdócio”.
Espírito da missão
O espírito com o qual se edifica a casa da Escola Tipográfica é bem diferente daquele que impulsiona a construção de outras casas. Aqui se trabalha como para construir uma Igreja: da Casa da Boa Imprensa deverá continuamente sair a palavra da verdade, que, escrita sobre o papel, deverá voar por todas as partes para iluminar, confortar, estimular ao bem. Antes, esta casa será como um Seminário de Apóstolos e Operários da Boa Imprensa! Uma sementeira, um canteiro abençoado do qual serão transplantados em tantos, tantos lugares” (Unione Cooperatori Buona Stampa, ano III, n. 7, setembro de 1920, pp. 3-4).
Apóstolos da Boa Imprensa
Em cada região e diocese sente-se uma profunda falta: faltam os apóstolos da Boa Imprensa. Esta é a alma de todo o nosso movimento: é o grande meio moderno de bem; é hoje parte importantíssima do ministério sacerdotal. E é necessário o espírito sacerdotal para que possa dar verdadeiros e abundantes frutos para as almas! Desempenhar um ofício é bem diferente de exercer um apostolado! E é justamente por isso que em toda parte a nossa imprensa tem tantas dificuldades: faltam os nossos escritores: faltam os nossos tipógrafos:
faltam os nossos propagandistas”.
faltam os nossos propagandistas”.
Missão Ad gentes também para as mulheres
Este sacerdócio é comparável ao das missões ad gentes e a ele são chamadas também as mulheres: “Para a Boa Imprensa são necessárias missionárias como para a obra da propagação da fé entre os infiéis. As missionárias nas terras infiéis colaboram com os missionários e os substituem nas multíplices circunstâncias onde não poderia chegar a obra do sacerdote. O mesmo se deve dizer para a obra da boa imprensa. Muitos trabalhos são próprios da mulher: em muitos as filhas são mais hábeis: em outros, conseguem melhor”.
Dificuldades
Pe. Alberione estava repleto de elã, mas as dúvidas eram inquietantes. Ao voltar da guerra, alguns clérigos do Seminário de Alba tinham escolhido passar à Pia Sociedade de São Paulo, suscitando muitos conflitos na diocese; aumentara a dificuldade econômica e este conjunto de coisas suscitara “um vento tempestuoso” contra a Casa, atingindo até mesmo os amigos mais confiáveis.
Vento tempestuoso
Vento tempestuoso
A 6 de março de 1921, Giaccardo escreve: “As palavras do Senhor Teólogo sobre a nossa santidade penetram a minha alma, me sacodem: proponho e rezo melhor. [...] Vejo que o Senhor Teólogo corre, corre, e eu não sou capaz de acompanhá-lo, nem mesmo na minha pequena parte!” (G.T. Giaccardo, Diário..., 6 de março de 1921, o. c., p. 298).É preciosa a descrição de Pe. Timóteo Giaccardo: “Um vento sobremaneira tempestuoso se levantou nestes dias contra a Casa; apresentava-se como grave dificuldade econômica; o Senhor Teólogo era um iludido, rejeitado pelas autoridades eclesiásticas: estas vozes tiveram efeito também sobre os Párocos de Vezza (Pe. Vigolungo) e de Benevello (Pe. Brovia). O Senhor Teólogo preparou o balanço da Casa no qual figura um ativo de 524.000 Liras. Em sentido positivo chegou uma carta de Pisa que insistia para que fôssemos até o card. Maffi. O Senhor Bispo diz ao Côn. Chiesa que estima a escola tipográfica mais que ele. Estas coisas, referidas aos Párocos acima citados, e àqueles aos quais era necessário, acalmaram o vento, e o Senhor sempre bom quis conceder-nos, na sua misericórdia e na sua sabedoria, a bonança” (G. T. Giaccardo, Diário..., abril de 1921, o. c., pp. 298-299).
A necessidade dos tempos
A necessidade dos tempos
Também deste sacerdócio da Boa Imprensa, exercido por escritores, técnicos e propagandistas, deve-se dizer que “a messe é grande” pois responde à “necessidade dos tempos”: “Em cada região e diocese sente-se uma necessidade nova: é a necessidade dos tempos. (...). Os alunos impressores quase todas as tardes vão ver os trabalhos no local que ocuparão, e bendizem a Providência e rezam pelos benfeitores. "
Fonte: DFin 92-96
Fonte: DFin 92-96
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
WEBRADIO Paulinas - homenagem a Alberione!
Neste 26 de novembro, recordamos vivamente, o que disse o bem-aventurado Alberione:
"Faço votos que possamos em breve utilizar este meio muito veloz e eficaz, o rádio,
para fazer conhecido Jesus Cristo, que é Caminho, Verdade e Vida" (CISP 976).
Este desejo do nosso Fundador está se concretizando na internet, podendo a mensagem
chegar ao mundo inteiro no mesmo instante!
Acesse, ouça e divulgue Webradio Paulinas!
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Solenidade de Jesus Cristo Divino Mestre
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| A Família Paulina reuniu-se para celebrar a Solenidade de Jesus Divino Mestre na Paróquia Santo Inácio, em São Paulo, dia 30 de outubro. Fotos: I. Cipriani,fsp |
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| No centro da espiritualidade da Família Paulina está Jesus Cristo Divino Mestre, Caminho, Verdade e Vida |
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| "É preciso entrar na escola do Divino Mestre, como discípulos autênticos, e dizer ao Mestre: ensina-nos" (Alberione) |
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| Jesus, divino Mestre, nós vos adoramos, Verbo feito carne, enviado pelo Pai para ensinar aos homens a verdade que dá a vida. |
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| "Sois a Verdade, o único Mestre" |
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| "Nos vos louvamos e agradecemos porque nos concedestes a luz da inteligência e da fé" |
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| "Mostrai-nos, ó Senhor e Mestre, os tesouros da vossa sabedoria" |
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| Fazei que conheçamos o Pai |
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| e sejamos vossos discípulos autênticos". |
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