sábado, 3 de março de 2018

domingo, 31 de dezembro de 2017

O Instituto Santa Família


http://santafamiliabr.blogspot.com.br/
Nos anos de 1920-1950, aos poucos iniciavam-se movimentos em que os cônjuges cristãos pudessem encontrar instituições e meios de santificação pessoais e de casal, juntamente com orientações para o apostolado dos leigos. Surgiram naquela época algumas instituições eclesiais – apresentadas logo a seguir – com o objetivo de promover a espiritualidade dos cônjuges, do matrimônio e da família:
– Em 1938 Fernand Tonnet, formado na JOC (Jeunesse Ouvrière Chretiénne: Juventude Operária Cristã), associação surgida na Bélgica, funda os Feuilles familiales.
– Em 1938, Henry Cafarel, francês, funda os primeiros grupos familiares, que em 1947 convergirão para o movimento Équipes Nôtre Dame. 
– Durante o período bélico (1943) surgiu o Movimento dos Focolares, iniciado por Chiara Lubich. Com o passar do tempo, ele se difundiu no mundo todo, graças também ao impulso do Concílio. Ramifica-se em três sessões: a) Focolarinos e Focolarinas consagrados no mundo; b) Focolarinos casados; c) Focolarinos presbíteros.
– Em 1947, Pe. João Rossi funda em Assis o movimento de espiritualidade familiar Domus christiana,unido à conhecida editora “Pro Civitate Chistiana”.
– Ainda em 1947, nos Estados Unidos (Chicago), o casal Crowley anima o Christian family movement. Em 1968, ele atingirá 40.000 casais, que em pequenos grupos se encontram periodicamente.
– Em 1949, em Milão, o teólogo Carlos Colombo funda os Grupos de espiritualidade familiar, que acolhem casais que já faziam parte da Ação Católica. A espiritualidade conjugal destes grupos apóia-se no sacramento do matrimônio.
Toda essa sequência de iniciativas constituía uma novidade relevante na história da Igreja, pois “tendia-se a deslocar a tônica de uma consideração da família apenas em termos jurídicos e sociais para o destaque dos aspectos teológicos e espirituais intimamente ligados ao sacramento do matrimônio” (FLICHE – MARTIN, História da Igreja, San Paolo, Cinisello Balsamo – Milão, 1994, vol. 25/2, p. 101).
Pe. Alberione quis sempre uma maior santificação dos casais, ciente de que no matrimônio e no núcleo doméstico, queridos por Deus, desabrocham a fé, as virtudes humanas e cristãs e os carismas eclesiais. Ao promover a família, ele se inspirava na Santa Família de Nazaré. Jesus nasce em Belém e por muitos anos vive em Nazaré com Maria e José. A Santa Família tornou-se modelo de vida, e a consequente espiritualidade “nazarena” exerceu forte influência no Fundador, que elaborou a sua “teologia do trabalho”, por exemplo, justamente inspirando-se em Nazaré. O fato de Jesus com Maria e José iniciar a Redenção trabalhando, fatigando, rezando, suportando, oferecendo, é “exemplar” para a maioria das pessoas envolvidas na sua “dura” lida diária. Os membros do Instituto, porém, enquanto leigos empenhados, segundo o próprio Estatuto, a professar a perfeição evangélica no mundo e exercer o apostolado trabalhando a partir das realidades terrenas, possuem motivações e obrigações maiores no seguimento do Mestre divino, trabalhador em Nazaré.
Inspirando-se na encíclica Arcanum divinae sapientiae de Leão XIII (1810-1903), Pe. Alberione tinha organizado com Francisco Chiesa, na diocese de Alba, uma associação denominada “Sagrada Família”, cujo escopo era traduzir na prática os ensinamentos do Papa sobre a família.
Em 25 de dezembro de 1931, começava a publicação de Famiglia Cristiana, conhecido periódico de informação e formação cristã para as famílias. Quando em 1956 este periódico alcançou a tiragem de quinhentos mil exemplares, ele promoveu a consagração das famílias assinantes da revista a Maria Rainha dos Apóstolos.
Na publicação do primeiro Estatuto dos Institutos paulinos, que seria aprovado em 1960, mandou inserir ou consentiu que fossem inseridos no segundo capítulo dois artigos (13 e 14), que preveem a inscrição “à Associação [formada por três Institutos] como membros de segunda categoria, aquelas pessoas que estão ligadas por vínculo matrimonial, mas que aspiram alcançar a perfeição cristã no mundo compatível com o seu estado”, e que, portanto, “deverão observar o regulamento que o Superior Geral da Pia Sociedade de São Paulo compilará de propósito para elas”.
É interessante observar que para estes “membros de segunda categoria” se diz que “podem ser inscritos na Associação”, sem especificar a qual dos seus três ramos pertença. Evidentemente Pe. Alberione se apressa em fazer aprovar antes de tudo os três institutos por ele apresentados, pois bem sabia que seria tarefa árdua obter a aprovação de um instituto cujos membros, cônjuges, teriam professado conselhos evangélicos. Ele, de fato, capaz de “acolher na sua existência também valores novos” (HV 26), está introduzindo na Igreja a realidade da consagração também para pessoas casadas, superando o conceito que ela seja privilégio reservado unicamente aos religiosos, só porque são celibatários. Está de fato convencido da unidade harmônica entre virgindade e vida esponsal, consagração e matrimônio. Ele considera possível uma consagração especial por parte dos cônjuges, pois “si vis perfectus esse [se queres ser perfeito] – afirmava já em 1932 – vale para o homem, a mulher, o sacerdote; até mesmo são possíveis condições especiais para o casado e o secular, desde que sejam capazes de cumprir os deveres” (DF 88). Em 1954, numa meditação às Filhas de São Paulo, comunicou que os cooperadores “chegaram aos votos religiosos temporários a serem praticados em casa como se pode praticar na família” (Pregações do Primeiro Mestre, março-dezembro 1954, p. 157).

Fundação
Se Pe. Alberione mandou inserir os supracitados artigos na publicação do primeiro Estatuto, torna-se evidente, por essa inclusão, a sua vontade de iniciar também um Instituto de vida secular consagrada para casais. Este será fundado e aprovado como Instituto “Santa Família”, após a morte do Fundador.
De sua vontade expressa – estando ainda vivo – de iniciar o Instituto, os executores foram os sacerdotes Luis Zanoni (1912-1995), vice-geral e primeiro sucessor do Bem-aventurado Pe. Tiago Alberione; Estevão Atanásio Lamera (1912-1997); Fúrio Gauss, do Instituto “Jesus Sacerdote”.
De Pe. Zanoni, primeiro sucessor do Fundador, se conserva uma carta com data do Natal de 1972, dirigida ao Instituto “Santa Família”, na qual afirma que este Instituto surgiu “em 26 de novembro de 1971, dia da morte do Fundador”, precisando, porém, que se trata de “primavera”, de “inícios totalmente sobrenaturais” (Cf. Arquivo do Instituto “Santa Família”).
Após a morte de Pe. Alberione – segundo o testemunho de Pe. Gauss – no dia 15 de outubro de 1972, Pe. Lamera constituiu o primeiro grupo de noviços do Instituto “Santa Família”: oito casais e três viúvas, que em 4 de novembro de 1973, foram admitidos pelo mesmo sacerdote à primeira profissão dos conselhos evangélicos.

Pe. Ângelo De Simone, ssp.

Para informações, dirigir-se a: Delegado dos Institutos Paulinos – Via Raposo Tavares, km 18,5 – 05576-200 – São Paulo – SP
institutospaulinos@paulinos.org.br
Visite o nosso site: http://www.paulinos.org.br/novo/institutos

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Memória do bem-aventurado Tiago Alberione

No dia 27 de abril de 2003 o papa João Paulo II declarou o Padre Tiago Alberione Bem-aventurado!
No dia 26 de novembro a Família Paulina celebra o bem-aventurado Tiago Alberione.
Padre Tiago Alberione, Fundador da Família Paulina, foi um dos mais carismáticos apóstolos do século XX. Nasceu em San Lorenzo di Fossano (Cuneo, Itália), no dia 4 de abril de 1884. Recebeu o batismo já no dia  seguinte. A família Alberione, constituída por Miguel e Teresa Allocco e por seis filhos, era do meio rural, profundamente cristã e trabalhadora.

O pequeno Tiago,  quarto filho, desde cedo passa pela experiência do chamado de Deus: na primeira série do ensino primário, quando a professora Rosa perguntou o que seria quando se tornasse adulto, ele respondeu: Vou tornar-me padre! Os anos da infância se encaminham nessa direção. Cresceu, tornou-se padre e sentiu-se chamado a uma nova missão na Igreja: "Comunicar a todos Jesus Mestre, com todos os meios que o progresso humano viesse a desenvolver". Foi assim que ele fundou a Família Paulina.

No dia 26 de novembro de 1971 deixou a terra para assumir o seu lugar na Casa do Pai. As suas últimas horas tiveram o conforto da visita e da bênção do papa Paulo VI, que jamais ocultou a sua admiração e veneração pelo Padre Alberione. Foi comovente o testemunho que deu na Audiência concedida à Família Paulina em 28 de junho de 1969 (o Fundador tinha 85 anos). Disse o papa Paulo VI:
«Aí está ele: humilde, silencioso, incansável, sempre vigilante, sempre entretido com os seus pensamentos, que se mobilizam entre a oração e a ação, sempre atento para perscrutar os "sinais dos tempos".

Em 25 de junho de 1996 o papa João Paulo II assinou o Decreto por meio do qual eram reconhecidas as virtudes heróicas de Alberione.

Foi beatificado por João Paulo II, no dia 27 de Abril de 2003, na Praça de S. Pedro, em Roma.

Para pedir sua intercessão
Oração
Senhor, glorificai na vossa Igreja o bem-aventurado Tiago Alberione.
Que ele seja para nós exemplo e intercessor no caminho
de nossa santificação e de nosso apostolado.
Ajudai-nos em nosso trabalho de evangelização,
a fim de que a presença de Jesus Mestre,
se irradie no mundo por meio de Maria, Mãe e Rainha dos Apóstolos.
Concedei-me a graças que agora vos peço... 
Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...

terça-feira, 1 de agosto de 2017

3º módulo do Curso sobre o Carisma da Família Paulina

O 3º módulo do Curso sobre o Carisma da Família Paulina realizou-se  de 20 a 30 de julho de 2017

O gélido clima que assola São Paulo e as mais variadas regiões do Brasil não foi capaz de desaminar os 29 pulsantes corações dos membros da Família Paulina (Paulinos, Paulinas, Discípulas do Divino Mestre, Pastorinhas, Apostolinas e Cooperadores Paulinos) que após o jantar do dia 20 de julho, na Casa de Oração das Irmãs Paulinas, em São Paulo, deram início ao terceiro módulo do Curso do Carisma, inaugurado em 2015. Neste ano, portanto, o primeiro grupo conclui a sua formação.

Na manhã do dia 20, o discurso inaugural foi da Provincial das Paulinas, Irmã Antonieta Bruscato, que se dirigiu afetivamente aos participantes motivando-os a “aproveitar e aprofundar o que lhe é próprio: o carisma!”

 Logo após sua fala, padre Antônio F. da Silva presenteou a assembleia lendo uma carta que o pe. Valdir José de Castro, superior geral dos Padres e Irmãos Paulinos, mandou a todos os participantes. Ele assim escreveu: “Envio a todos a minha saudação com o desejo que o Curso de Formação sobre o carisma da Família Paulina produza muitos frutos na vida pessoal e na missão. Não basta empunhar o carisma apenas como uma bandeira que nos identifica na Igreja e no mundo. É necessário conhecê-lo nas suas origens e aprofundá-lo para atualizá-lo nas diversas realidades em que vivemos.”

Para iniciar a celebração eucarística, fez-se uma breve procissão em direção à capela quando todos portavam nas mãos uma vela representando o carisma herdado do nosso fundador, o bem-aventurado pe. Tiago Alberione. A Eucaristia foi presidida pelo pe. Luiz Miguel, provincial dos Paulinos que, mais uma vez, deixou sua mensagem de incentivo e alegria em ver tão numeroso grupo de interessados e interessadas em conhecer e estudar o carisma paulino.

Dando continuidade à extensa programação do dia, o professor e amigo da Família Paulina Domingos Zamagna apresentou o plano cultural e religioso que desenhou e transformou o quadro mundial no qual a Igreja e, consequentemente, a Família Paulina estão inseridas antes, durante e depois do Concílio Ecumênico Vaticano II: figuras políticas, pensadores, invenções, artistas e movimentos mundiais que influenciaram o andamento histórico da humanidade.

Segundo o professor, há que se ver os antecedentes do Concílio Vaticano II para compreendê-lo e reconhecer sua convocação como um ato inesperado do papa João XXIII até para a própria Cúria Romana. Continua Zamagna: “A igreja católica chegou na década de 50 cheia de feridas causadas pelos medidas anticatólicas em vários países: México, Espanha, Argentina, Itália, Alemanha e tantos outros. As reações contra o laicismo, secularismo, fascismo e muitos outros ‘ismos’ colocou a Igreja em uma posição de defesa e ataque àquilo que se apresentava de ‘moderno’, tudo o que se apresentava sob essa égide era considerado antirreligioso e anticristão”. Na noite do mesmo dia, todos os participantes foram convidados a ter um momento de oração pessoal e assim finalizar os trabalhos elevando ao Mestre Divino uma prece de ação de graças por esse ‘kairós’ na vida de cada membro da Família Paulina.

sábado, 24 de junho de 2017

Novena a São Paulo Apóstolo

Novena  a São Paulo Apóstolo

- Graça e Paz a todos! Comecemos fazendo com o apóstolo Paulo nosso ato de fé. 

(Ouvir no CD Palavras Sagradas do Apóstolo Paulo (Paulinas COMEP) ou ver no Youtube o vídeo no link indicado).

Canto: Eu sei, eu sei, eu sei em quem acreditei (1Tm 1,12)
eu sei eu sei seu sei em quem acreditei
link - https://www.youtube.com/watch?v=urXCXGNTWAE

Em  preparação à festa de São Paulo Apóstolo, (na solenidade litúrgica do martírio de São Pedro e São Paulo, que neste ano celebramos no dia 2 de julho), iniciamos esta novena ( do dia 24 de junho a 2 de julho) com o desejo de que São Paulo nos dê a graça de crescermos no conhecimento e na comunicação de Jesus Cristo.


Se pudermos acendamos  duas  velas: uma de cor verde, cor do manto de São Paulo. É cor verde representa a cor da natureza, a cor da vida, do renascimento.  Representa a vitória da vida sobre a morte. Acendamos outra vela de cor vermelha que aparece  na túnica de São Paulo. Representa o amor, o sacrifício, o martirio, a oferta da vida por causa de Jesus Cristo.. 

Canto: Aquele que vos chamou (1Ts 5,24)
link - https://www.youtube.com/watch?v=cjtFGgMreBI

- Antes de rezarmos a oração que segue, apresentemos os nossos pedidos a Deus por meio da intercessão de São Paulo. 

( Coloque seus pedidos e intenções)
- Agora,   Leiamos a frase do dia, nas cartas de Paulo e façamos um momento de silêncio e reflexão:
1º dia -  Não nos cansemos de fazer o bem  (Gl 6,9)
2º dia - É Cristo que vive em mim (Gl 2,20)
3º dia Se Deus é por nós quem será contra nós?  (Rm 8,31)
4º dia - Ele me amou e se entregou por mim (Gl 2,20)
5º dia - Tudo posso naquele que me dá força  (Fl 4,15)
6º dia - Tudo contribui para o bem daqueles  que amam a Deus (Rm 8, 28)
7º dia - Se alguém está em Cristo é nova criatura  (2 Cor 5,17)
8º dia - Toda língua proclame Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai (Fl 2,11)
9º dia -  Até que Cristo se forme em nós  (Gl  4,19)

Canto: A Palavra está perto de ti, em tua boca, em teu coração. (Rm 10,8)
link - https://www.youtube.com/watch?v=mRX_w1-Ld20

-  Agora rezemos com Paulo. Antes de rezarmos a oração , podemos lembrar e dizer uma característica que admiramos em São Paulo. 

Oração:  
Ó São Paulo, mestre dos gentios,
olhai com amor para a nossa Pátria!
Vosso coração dilatou-se
 para acolher a todos os povos no abraço da paz.
Agora, no céu, o amor de Cristo vos leve a iluminar
 a todos com a luz do Evangelho 
e a estabelecer no mundo o Reino do amor.
Suscitai vocações, confortai os que anunciam o Evangelho, 
preparai as pessoas para que acolham o Cristo, divino Mestre.
Que o nosso povo encontre e reconheça sempre a Cristo, 
como o Caminho, a Verdade e a Vida; 
busque o Reino de Deus e trabalhe em sua realização, 
para que a sua luz resplandeça diante do mundo, 
iluminai, animai e abençoai a todos! 
Amém.

São Paulo apóstolo, rogai por nós!

Canto:  Por tudo dai graças  (1Ts 5,18 )
https://www.youtube.com/watch?v=lqAenXfoZyk

- Graça e Paz!

quarta-feira, 24 de maio de 2017

"Pontes e não, muros"


A humanidade de hoje precisa de "pontes, não de muros", exatamente como os povos do Séc. XX não precisavam da divisão simbolizada pelo Muro de Berlim. No dia que recorda a queda, 25 anos atrás, do muro da vergonha, o Papa Francisco lançou no Angelus na Praça São Pedro, um apelo a fim de que caiam, disse, "todos os muros que ainda dividem o mundo".

Foi um auspício de paz e de fraternidade repetido também durante a alocução que precedeu a oração mariana, inspirado na festa da Dedicação da Basílica de São João de Latrão – sede da Diocese de Roma.

"25 anos atrás, 9 de novembro de 1989, caia o Muro de Berlim." O Santo Padre ofereceu a sua leitura do que se deu com a queda do que definiu "símbolo da divisão ideológica da Europa e do mundo inteiro":

"A queda deu-se inesperadamente, mas foi possível devido ao longo e cansativo empenho de tantas pessoas que lutaram, rezaram e sofreram por isso, até o sacrifício da vida. Entre esses, o santo Papa João Paulo II teve um papel de protagonista."

A história é mestra de vida e o Papa Francisco aproveitou a ocasião desta celebração para pedir o abatimento de todos os outros muros que ainda hoje dividem os povos com o cimento de outras formas de discriminação:

"Rezemos a fim de que, com a ajuda do Senhor e a colaboração de todos os homens de boa vontade, se difunda sempre mais uma cultura do encontro, capaz de derrubar todos os muros que ainda dividem o mundo, e não mais aconteça que pessoas inocentes sejam perseguidas e até mesmo mortas por causa de seu credo e de sua religião. Onde há um muro, há fechamento de coração! Precisamos de pontes, não de muros!"


Fonte: Rádio Vaticano